sexta-feira, 11 de março de 2016

A Polícia Civil de Pernambuco confirmou, nessa quinta-feira (12), mais uma informação que impressiona pelos requintes de crueldade utilizados pelos acusados Jorge Negromonte, 50 anos, Isabel Cristina, 51, e Bruna Cristina de Oliveira, 25, para matar, esquartejar e enterrar duas mulheres, no quintal de casa, em Garanhuns, no Agreste Meridional de Pernambuco


                                                                                          

Segundo o delegado Wesley Fernando, que está à frente do caso, durante o depoimento de Isabel Cristina, ela confessou que parte dos salgados -- coxinhas, risoles, empadas, entre outros -- que ela fazia para vender na cidades eram recheados com a carne das vítimas. "Depois que eles esquartejavam, a carne era congelada, desfiada e também utilizada para alimentar a família, inclusive dando partes dos corpos para a criança que morava com o trio. Além disso, segundo Isabel, a parte preferida era o coração das vítimas. Mas nada sobrava. Eles também usavam o fígado e os músculos das pernas que eram fervidos e ingeridos, numa espécie de ritual macabro", explicou o delegado. A polícia acredita que esse mesmo ritual foi feito também com outras vítimas.

Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia. O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina.


 Krokodil - Consequências impressionantes para quem faz uso desta droga maldita, sua origem seus sintomas.vão comendo sua carne de dentro para fora


O canibal que comeu o rosto de um morador de rua e ficou conhecido como o "zumbi de Miami" era religioso e não usava drogas, afirmou sua namorada em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (06/06). Yovonka Bryant disse que o agressor, Rudy Eugene, nunca mostrou sinais de violência durante a relação que eles mantiveram por quatro meses.


Yovonka Bryant informou que nunca viu o canibal consumir álcool, e apenas uma vez viu ele fumando maconha. A mulher não está sob investigação; porém, questionada pela polícia, afirmou que eugene era um cristão devoto interessado pela fé muçulmana.